Senadores questionam ministro sobre greve de professores e sobre livros didáticos

Por iniciativa do presidente da CE, Roberto Requião (PMDB-PR), os senadores fizeram sugestões a Mercadante.

Kátia Abreu (PSD-TO) pediu mais transparência na escolha dos livros e presença, nas comissões examinadoras, de profissionais com experiência em salas de aula. Ana Amélia (PP-RS), Eduardo Suplicy (PT-SP) e Benedito de Lira (PP-AL) querem uma solução para a greve dos professores. Paulo Bauer (PSDB-SC) pediu a aprovação de lei que regulamente o Programa Nacional do Livro Didático e Paulo Paim (PT-RS) defendeu 50% das vagas nas federais para alunos de escolas públicas.

Cyro Miranda (PSDB-GO) lembrou que o Brasil destina à educação apenas 5,1% do PIB. Ana Rita (PT-ES) e Ângela Portela (PT-RR) sugeriram ensino em tempo integral e ampliação de creches. Anibal Diniz (PT-AC) apoiou o
Programa Brasil Carinhoso.

Armando Monteiro (PTB-PE) propôs a adoção de um currículo básico nacional para a educação e Cristovam Buarque (PDT-DF) criticou os 10% do PIB sem determinação de quanto isso vai custar.

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) defendeu a ampliação do ensino a distância, enquanto Wellington Dias (PT-PI) sugeriu mais debate sobre o modelo de reajuste do piso salarial dos professores da educação básica.

Jornal do Senado