Leis tentam combater má alimentação em escolas brasileiras

O Senado brasileiro aprovou na semana passada a proposta de lei que, se confirmada também na Câmara, proibirá a venda de bebidas de baixo teor nutricional e alimentos ricos em açúcar, gordura saturada, gordura trans ou sódio em escolas públicas e privadas no país. O texto da proposta cita como exemplos outras iniciativas mais antigas, em âmbito municipal ou estadual, como em Florianópolis, Rio de Janeiro e São Paulo.

No Distrito Federal, por exemplo, lei sancionada na semana passada dá às unidades de ensino públicas e particulares, desde a educação infantil até o ensino médio, 180 dias para retirar das cantinas balas, pirulitos, gomas de mascar, biscoitos recheados, refrigerantes e sucos artificiais, salgadinhos industrializados, frituras em geral, entre outros itens.

As cantinas deverão oferecer, todos os dias, ao menos uma opção de fruta da estação in natura, inteira ou em pedaços, ou na forma de suco, por exemplo. Além disso, as escolas devem adotar conteúdo pedagógico e manter em exposição material de comunicação visual sobre hábitos saudáveis de alimentação.