Círculo virtuoso

A solidez da nossa economia tem sido motivo de orgulho para os cidadãos brasileiros. As perspectivas para 2013 são as melhores possíveis.

O governo Dilma tem acertado ao aliar políticas que viabilizam uma economia forte a medidas de distribuição de renda entre os estratos sociais mais vulneráveis. Esperamos, como consequência desse fortalecimento, que os investimentos em educação ganhem valorosas cifras.

Um exemplo dessas medidas que têm impacto direto no bolso do cidadão é a redução da tarifa de energia. A queda chega a uma média de 20% para os consumidores comuns. Já as empresas poderão ter suas contas de energia elétrica até 32% mais baratas.

Os trabalhadores e trabalhadoras saem ganhando em pelo menos dois aspectos. O primeiro é o fato de ter o poder de comprar amplificado, movimentando ainda mais o mercado interno. O segundo é a perspectiva de ampliação dos postos de trabalho a partir de maiores investimentos feitos pelo setor empresarial.

Há outro fator importante nesse círculo virtuoso: a desoneração da folha de pagamento das empresas, consequência da redução da carga tributária sobre a contribuição previdenciária. O percentual sai de 20% e chega a 1% para empreendimentos que produzem determinados produtos industriais e 2% para o setor de serviços.

É preciso atentar também para outras políticas fiscais que tornam nossa economia mais forte, como a redução da taxa Selic ano a ano. Hoje ela é de 7,25%, mas já chegou a atingir 19% em 2002. A credibilidade do Brasil está em alta diante do cenário internacional.

A moeda forte e uma estabilidade cambial positiva chamam a atenção de investidores internacionais. Outro aspecto importante é a redução da dívida pública, permitindo aumento dos investimentos no País.

O resultado dessa economia fortalecida já tem surtido efeito na educação do nosso povo. Em vez de aplicar os 18% obrigatórios previstos na Constituição Federal, o governo chegou a investir 25%. Defendemos no Plano Nacional de Educação (PNE) que 10% do Produto Interno Bruno (PIB) sejam destinados para a educação. Somente com ela o País poderá dar passos largos em direção a um desenvolvimento econômico com equidade social. Além disso, batalharemos para que efetivamente 100% dos royalties das novas concessões de exploração de petróleo sejam aplicados na educação.

Esses são alguns argumentos que permitem que vislumbremos um ano repleto de boas perspectivas não apenas para o bolso de cada cidadão e cidadã, mas também para a qualidade do ensino público do nosso País.

O Estado-CE