Morte de vigilante foi caso isolado, diz Seduc

Geovana França, coordenadora da Superintendência das Escolas Estaduais de Fortaleza (Sefor), da Secretaria da Educação do Estado, justificou o fato de todas as escolas do Estado, na Capital, terem vigilantes armados pelo “patrimônio material caro, que precisa ser cuidado” e pela segurança das pessoas. “Esses seguranças precisam ter a arma para se defender. Durante o dia, eles não ficam com as armas expostas. Tendo em vista o patrimônio material e imaterial, as pessoas, é a forma de se precaver”.

A morte do vigilante no Conjunto Ceará, segundo a coordenadora, foi “um caso isolado”. “Os vigilantes são treinados para trabalhar no ambiente escolar, são treinados para isso”, defende ela, acrescentando que existe um projeto na Seduc para manter as escolas abertas à comunidade. “A população faz festas de aniversários, grupos populares têm reuniões nas salas de aula, as quadras são abertas aos alunos”.

Sobre o assunto, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal da Educação (SME) se limitou a informar, por email, que está em estudo um projeto para que a vigilância armada seja avaliada e, possivelmente, retirada das escolas. Não foram dados mais detalhes sobre o projeto. (Angélica Feitosa)

O Povo