CMFor intermediará regulamentação da profissão de educador social junto à Prefeitura

Presidente Acrísio Sena foi o propositor do debate – Foto: Genilson de Lima

Em audiência pública nesta terça-feira, 13, no Cuca Che Guevara, o presidente da Câmara Municipal de Fortaleza destacou a importância de regulamentar a atuação dos educadores sociais na Capital. O momento, que contou com a participação de vários profissionais, teve como foco a elaboração de um projeto de regulamentação para apresentar ao Poder Executivo, fazendo uma adaptação do Projeto de Lei n° 5346/2009 de autoria do deputado federal Chico Lopes.

O presidente Acrísio Sena, propositor do debate, ressaltou o apoio da Câmara na garantia dos direitos aos educadores sociais. O parlamentar se comprometeu em intermediar a reivindicação dos educadores junto à prefeita Luizianne Lins, com a possibilidade de aprovar ainda nesta legislatura a regulamentação.

Para que haja a regulamentação da profissão na Capital é necessário que o Executivo envie à Câmara uma mensagem sobre o assunto. O presidente da Associação dos Educadores e Educadoras do Ceará, Jean Rodrigues salientando os anseios da categoria, evidenciou a luta e trajetória dos profissionais na busca pelo reconhecimento da atividade. “Desde 2004 que a Associação vem travando esse debate da regulamentação”, apontou.

Para o educador Francisco José Araújo, conhecido como Fofo, destacou as expectativas geradas com a possibilidade de regulamentação da profissão. “Salário base, sindicato classista e concurso público”, os pontos foram elencados por Fofo, atentando para o fortalecimento e melhoria na atuação dos educadores sociais.

Atualmente no Brasil 120 municípios em 22 Estados já regulamentaram a profissão. Para entendermos melhor a atuação deste profissional na sociedade devemos ressaltar o seu amplo campo de trabalho. Em instituições governamentais, atua em programas e projetos sociais municipais, estaduais e federai e em organizações da sociedade civil: ONGs, OSCIPs. Este profissional pode ser conhecido como orientador educacional, facilitador, monitor, educador popular, agente social, dentre outros.

CMFOR