PEC

Observamos que o governo da presidenta Dilma Rousseff definiu como principais objetivos: crescimento, estabilidade monetária, inclusão social, equilíbrio ambiental e agora estratégia logística, os quais constituem pontos plenamente positivos na busca de um Brasil melhor. Cabe, não só ao Executivo desenvolver esforços, mas também aos Poderes Legislativo e Judiciário e a sociedade como um todo, considerando-se os aspectos ético, político, econômico e social. Não basta que o Brasil seja a sexta economia do mundo, porém que a população, dentro de princípios democráticos, esteja num Estado onde prevaleça a justiça e a igualdade de oportunidades. Para tanto, cada brasileiro deve cumprir com dignidade a sua missão. Como estrutura básica desse desejo generalizado, cremos nós, estão as ações educacionais e culturais. Como disse Paulo Freire: “A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”; e o cearense Clovis Bevilacqua: “A religião, a ciência, a filosofia, o direito, elementos essenciais da cultura, são comuns aos antigos e aos modernos”. Dentro desta linha de pensamento, é chegado o momento de nós brasileiros criarmos o Partido da Educação e Cultura (PEC). Seu objetivo não é disputar eleições, portanto não é necessário registrá-lo nos tribunais eleitorais, mas criar consciência crítica em todos e uma visão estratégica e não apenas circunstancial das duas ações mencionadas. O PEC, sem preconceitos, buscará a unanimidade e será registrado no Tribunal da Solidariedade e do Desenvolvimento. Unamo-nos pela educação e cultura; são programas de Estado e não de governo

Gonzaga Mota
economista e escritor

Diário do Nordeste