Taxa de desemprego se mantêm estável na região metropolitana de Fortaleza

Jornalistas acompanham divulgação da pesquisa de emprego e desemprego da região metropolitana
Foto: Camila Carvalho

A informação faz parte da pesquisa de emprego e desemprego realizada em junho de 2012 na região metropolitana da capital cearense. A CUT em parceria com o Sine/IDT divulgou o estudo nesta quarta-feira (25/07) na sede da entidade trabalhista.

A pesquisa mostra que a taxa de desemprego total na região metropolitana de Fortaleza passou de 9,7% da população economicamente ativa (PEA) em maio de 2012 para 9,9% em junho deste ano. As taxas de desemprego de junho de 2011 e de 2012 se mantiveram iguais. De acordo com o analista de mercado de trabalho do Sine/IDT, Mardônio Costa, a estabilidade é um fator positivo e pode sinalizar, após meses de crescimento do desemprego na região metropolitana, uma grande redução na quantidade de pessoas desempregadas.

No mês passado, o contingente de desempregados foi estimado em 174 mil pessoas, 3 mil a menos do que em maio. A evolução foi resultado da geração de 9 mil ocupações no período, 3 mil pessoas a mais do que no mês anterior. O total de trabalhadores que entraram no mercado foi estimado em 1.621 mil. Os setores da indústria de transformação e da construção civil apresentaram aumento na taxa de ocupação, enquanto que o de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e o de serviços sofreram redução no número de pessoas ocupadas.

Após 3 meses de quedas consecutivas, o setor privado também teve crescimento no número de empregos, o equivalente a 4 mil ocupações a mais do que no último trimestre. Também aumentou cerca de 8 mil a quantidade de empregos com carteira assinada e caiu cerca de 4 mil os empregos sem carteira. No setor público, também houve acréscimo de 5 mil postos de trabalho.

De acordo com a presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Joana D’arc Almeida, a pesquisa é essencial para diagnosticar as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores e, dessa forma, exigir do governo a elaboração e a efetivação de políticas públicas para garantir condições dignas de trabalho.

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CUT – CE